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- segunda-feira, 28 de julho de 2014
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Peixes em casa!


Quando meu filho me disse, há cinco anos, que iria montar um aquário eu estremeci. Pensei logo: é fogo de palha, ele logo se cansará dos peixinhos e sobrará para mim. Será mais uma responsabilidade, um trabalho para mim, entre tantos que já tenho acumulados. Feliz engano. Salvo um ou duas vezes que ele viajou e me pediu para alimentar os peixes, nunca precisei cuidar do aquário. Mas aprendi a curti-lo.
Ter peixes em casa é uma terapia. Ou melhor, ajuda na terapia nossa de cada dia. Bastam quinze minutinhos sentado na frente do aquário e adeus nervosismo, adeus ansiedade.


Basta parar e observar os movimentos tranqüilos dos peixes para ser preenchida por uma sensação gostosa de tranqüilidade. Seja o nadar majestoso do Acará Bandeira, ou o passar despreocupado de um Mexirica. Como eles são lindos! É claro que a vida desses peixes depende da atenção de seu dono, mas qual aquarista em sã consciência não dispensaria alguns minutos por dia para cuidar de seu aquário? Até eu, que não sou aquarista, apenas desfruto do fato de ter um aquário em casa, sei da importância desse ato, o cuidar.


A hora do cuidado é como um momento especial de meditação. Nada nos vem à mente. Apenas o fazer delicado de retirar plantas já mortas (o aquário do meu filho é com plantas, muitas plantas), replantar outras, aspirar às paredes e os cascalhos, olhar cada peixe – um a um – verificando se estão com alguma mancha ou aparência diferente. Depois, trocar a água e dar os alimentos. E curtir o jeito de cada um deles pegar a comida, vindo à tona ou não. Adoro quando o Acará dá aquela “abocanhada”, que chega a espirrar água para fora do aquário. Guloso!


É ainda melhor ver como cada um se comporta dentro daquele jardim aquático. A beleza estética do Acará Disco, com seus azuis e amarelos, colorindo o aquário; a alegria dos Néons e Matogrossos, que sempre em cardumes iluminam os caminhos por entre as plantas; ou, ainda, a disciplina da turma da limpeza, com os Limpa Vidros, sempre coladinhos aos vidros do aquário; os Comedores de Algas e os Corridoras, sempre no fundo do aquário, comendo todos os excessos, deixando o ambiente bem limpinho. É curioso observar o trabalho que eles fazem com muito zelo, ininterruptamente.


Não concordo com uma antiga crença de que peixe em aquário dá azar. Ignorando esses possíveis efeitos, os chineses foram grandes criadores de peixes, se aprofundaram no assunto, criaram métodos de seleção genética, para desenvolver espécies adequadas à vida em cativeiro. Os peixinhos dourados que hoje conhecemos, descendem de ancestrais chineses. Bem mais tarde, os romanos também dedicaram-se aos peixes e construíram aquários monumentais. Graças a eles, portanto, os aficionados do aquário existem hoje aos milhares pelo mundo. Uns, a sério, para estudar de perto os peixes. Outros, por pura diversão, como eu.


É um alívio para o estresse. É mais do que um hobby, é relaxante, é terapia. Alguns minutos de descanso para de novo voltar ao mundo agitado da cidade grande. Agora com um novo olhar, com um novo projeto para o dia: praticar a calma e a paciência, manter a mente alerta e o coração aberto à compaixão e ao amor.


Fonte: Rita de Biagio - Jornalista
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